quinta-feira, 3 de abril de 2014

Cuidado com produtos diet e light na gravidez

Assim que a gravidez é confirmada, logo dá início a uma batelada de preocupações por parte da futura mamãe. Por mais que a mulher saiba que inevitavelmente vai ganhar peso nessa fase, ela sempre tenta manter à risca o item “não engordar muito”. São nesses momentos de controle na balança que as mulheres cometem um erro perigoso: usar sem conhecimento produtos diet e light achando que vai manter a forma. A utilização incorreta dos lights e diets, além de não ajudar a emagrecer, pode trazer riscos à saúde da mulher.

Para começo de conversa, a grande maioria das pessoas desconhece o significado de “diet” e “light”. Vamos explicar primeiro o sentido dessas duas expressões para depois dimensionar possíveis riscos na gravidez.

Engana-se quem pensa que um alimento ou bebida diet é aquele que “não tem açúcar”. Nem sempre é assim.

Nos produtos dietéticos é cortado um ou mais nutriente (não necessariamente o açúcar). Às vezes um alimento pode ser rotulado de dietético porque foi cortado o sódio, e não o açúcar.

No caso dos lights há diminuição de até 25% dos nutrientes normalmente presentes no alimento ou bebida normal. Seria como uma versão mais “suave” do original e novamente não obrigatoriamente será o açúcar que será diminuído na versão light, poderá ser o sódio, por exemplo.



Refrigerante - Vamos citar como exemplo o refrigerante. Muitos bebem refrigerante diet ou light acreditando que está se livrando do açúcar.

De fato o açúcar é cortado do refrigerante (diet). Mas para compensar a ausência da glicose (açúcar), a concentração de sódio aumenta bastante. E isso não é nada bom durante a gravidez. O excesso de sódio pode aumentar a retenção de líquido no corpo da mulher e, principalmente, elevar a pressão arterial, além de riscos de lesões nos rins e fígado. Alguns refrigerantes diet já estão diminuindo o a quantidade sódio, mas é preciso ficar atento.

“As gestantes não devem beber nenhum refrigerante, seja diet, light ou normal. Mas se for beber, é preferível o refrigerante normal do que o diet, pois o normal tem menos sódio. O refrigerante diet seria indicado apenas às mulheres com diabetes gestacional”, frisa o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação, Mitos e Verdades Sob o Olhar do Obstetra”.

O ideal é que a grávida leia atentamente os rótulos dos produtos diet e light, se informando qual ou quais elementos foram extraídos ou reduzidos da fórmula do produto.

Chocolate diet - Objeto de desejo das mulheres, principalmente no período menstrual, o chocolate é outro exemplo clássico de possível engano ao definir o que é diet.

Muitas grávidas pensam a seguinte estratégia: “vou me entupir de chocolate, mas comerei o diet para não engordar”. Os chocolates diet, de fato, têm menos açúcar. Mas para compensar a falta do gosto doce do açúcar, o chocolate dietético tendo muito mais gordura do que o normal.

Se não bastasse, o chocolate diet é tão calórico quanto o normal. Ou seja: pode provocar, sim, aumento de peso.

Evite adoçantes - Um conselho às futuras mamães: evite adoçantes, sobretudo nos três primeiros meses de gestação. O consumo exagerado de substâncias encontradas nos adoçantes pode provocar diarreia e aumento na taxa glicêmica.

A Sociedade Brasileira de Pediatria, porém, informa que o aspartame (substância encontrada no adoçante) não traz riscos durante a amamentação, mas faz ressalvas à sacarina (outra substância encontrada no adoçante).

“A gestante pode tomar café, mas é recomendado com açúcar ou sem açúcar. Nada de adoçante. E não se deve beber café à noite, porque pode prejudicar o sono dela e dar refluxo”, ressalta Domingos Mantelli.

Estudos ainda são poucos conclusivos sobre o real efeito negativo que o adoçante pode causar durante a gravidez.

É importante que a mamãe consulte profissionais da área de saúde para ter conhecimento dos alimentos que devem ou não usar na gravidez. O que vale para uma pode não valer para outra. E lembre-se: atividades físicas são fundamentais para uma gravidez saudável.

Bruno Rodrigues

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Grávida pode ter relações sexuais sem restrições?

A princípio não há contraindicação, e vocês podem manter relações sexuais sem temor durante a gravidez toda. Mesmo com a penetração, o pênis não tem como machucar o bebê. 

Agora, se você teve algum tipo de sangramento no início da gravidez, é possível que seu médico a aconselhe a não transar com penetração até a 14a semana. Outras complicações médicas, como placenta prévia ou insufiência do colo uterino também podem levar o obstetra a recomendar abstinência. 

* Nos primeiros meses, é normal que o cansaço, a náusea, a dor nos seios, o estresse e a preocupação de um modo geral impeçam você de sentir o mesmo desejo de antes. Para muitas mulheres, isso tudo muda com o passar da gestação. 

* No caso dos homens, é comum que tenham medo de machucar a parceira ou o bebê durante o ato sexual. A melhor maneira de resolver esse problema é ele conversar abertamente com seu médico e tirar as dúvidas. Alguns homens enfrentam também certa dificuldade para se ajustar ao novo corpo da mulher. 

* Com o crescimento da barriga, talvez você comece a se incomodar com o peso do seu companheiro, se for adepta da posição tradicional papai-e-mamãe. Procure experimentar posições sexuais que sejam mais prazerosas. No final da gravidez, vocês vão precisar de criatividade para que o sexo não fique muito desconfortável. 

* Sexo oral está liberado desde que nenhum dos dois seja HIV-positivo e não haja risco de infecção por alguma doença sexualmente transmissível. 

* Quanto ao sexo anal, ele pode ser feito, mas com cuidados especiais. A tendência a hemorroidas pode significar possíveis sangramentos no ânus. Também é necessário prestar muita atenção à higiene, nunca passando direto do sexo anal para o sexo vaginal, para que bactérias presentes no ânus não infectem a região da vagina. 

O obstetra poderá pedir que vocês evitem o sexo no último trimestre caso você tenha histórico de trabalho de parto prematuro. Isso porque o sexo libera oxitocina na corrente sanguínea, o hormônio que ajuda o colo do útero a se preparar para o trabalho de parto, e também pode provocar contrações. 
Algumas pessoas deixam de manter relações sexuais durante toda a gravidez. Embora tal atitude seja perfeitamente normal, se acontecer com você e seu parceiro, conversem bastante para que a questão não se torne um fantasma entre vocês.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Como organizar o quarto da criança



A mamãe não sabe o que fazer com tantos objetos espalhados pelo quarto da criança. Brinquedos por todos os cantos e roupinhas penduradas na poltrona ilustram o cenário. Ainda dá tempo para deixar o espaço funcional e aconchegante.

Antes de começar a arrumação, coloque-se no lugar do seu filho e imagine procurar o objeto preferido da criança. O tamanho dela não permite alcançar a parte alta do armário e o ato representa perigo. Tenha o móvel como uma pirâmide. Na base, guarde o que for mais importante para o filhote. No alto, objetos que não são utilizados com frequência.

No início da arrumação, não se assuste. A bagunça poderá ficar ainda maior. Uma boa pedida é retirar todas as roupas do armário. Peça para que a criança vista cada peça. Desta forma é mais fácil ver o que ainda serve. Você economizará espaço e fará uma ótima ação se quiser doar o que sobrou.

Mamãe ajundando o filho a arrumar o quarto - Foto: Tomasz Trojanowski/Shutterstock.com

Calças, casaquinhos e vestidos podem ser pendurados com cabides reforçados no armário. Camisetas, cuecas ou calcinhas e uniformes escolares, por exemplo, devem ser guardados nas gavetas. Se não tiver sapateira separe um cantinho do móvel para colocar os calçados. Nada de guardar coisas debaixo da cama.

Incentive o poder de escolha do seu filho e instale um suporte de pressão nos armários. Com esta opção, a mamãe deixará as roupas ao alcance dos pequenos e regulará a haste conforme a criança for crescendo. Assim, evitará ouvir os futuros pedidos: “Cadê a minha calça?”.

Hora de mexer nos brinquedos. É assustador, mas você irá achar até brindes repetidos que a criança costuma ganhar no fast food, entre outros artigos quebrados. Que tal sentar com o seu filho e perguntar com qual ele mais gosta de brincar, o que quer que seja guardado e qual o brinquedo que não usa mais? Compre caixas coloridas e insira os objetos lá. Ficará mais fácil para a criança achá-los.

Algumas mães misturam os seus pertences com os dos pequenos. Cada coisa em seu devido lugar. Guarde os seus objetos em locais apropriados. Se agir desta forma, dificultará a sua procura por algo que poderia estar ao seu alcance.

Dá até para respirar, não é? Mas, o trabalho ainda não acabou. A identificação visual é bastante trabalhada pelas crianças. Identifique as repartições e caixas com imagens para que a criança saiba se o que busca está lá. “Esta é para o brinquedo; aquela é a do lápis de cor, por exemplo”.

Vida nova para o quartinho do filhote. Porém, nunca se esqueça de dar o exemplo e mantenha a sua casa sempre organizada e tente criar um espaço dentro do quarto da criança para ela brincar, sem invadir todos os espaços da casa. Bom trabalho!

Marcelo Bragança

segunda-feira, 31 de março de 2014

Ideias para registrar o crescimento da barriga Parte 1

Por isso, preparamos uma série de ideias para você registrar o crescimento da barriga semana a semana, ou mês a mês, ou o que for melhor para você. O importante é que as fotos tenham a cara da família! Solte a imaginação, use e abuse da criatividade e inspire-se nas nossas ideias. O resultado ficará incrível!





Três fases
Primeiro, a barriga. Depois, o bebê. E a terceira, com o filhote já crescido. É de impressionar como o tempo passa e você vai gostar de guardas estes momentos.








Brincadeiras
Brinque! Você vai sentir saudade do barrigão depois, acredite. Então use e abuse da imaginação e registre cada segundinho para lembrar depois.










Letrinhas
Cadê o barrigão que estava aqui?












Antes e depois
Primeiro a foto com a barriga, depois a foto com o bebê.











Risquinhos na barriga
Pintar as semanas que passam na barriga também rende fotos bem legais









Gravidez e nascimento
E a barriga virou... um bebê! Fofo demais!











Roupinha
Primeiro, a barriga e um vestidinho. Depois, o bebê usando o vestido. Lindo, né?











Dentro e fora
Sophia dentro da barriga, Sophia fora da barriga. Esse tipo de foto sempre funciona e rende lindas recordações.










Do zero
A mesma pose e a mesma roupa desde o início. E o barrigão ficando enorme.










Barriga X Bebê
O bebê dentro e fora da barriga.











Só a barriga
Sem grandes produções, mas sem perder a barriga crescendo.









Estampa
Camiseta com as semanas para ir riscando enquanto a barriga cresce.









[bebe.abril]



sexta-feira, 28 de março de 2014

Segredos para acalmar o choro do bebê

1. Por que os bebês choram?

O choro é a única forma de o pequeno comunicar o que deseja, especialmente nos primeiros meses de vida. É a forma de ele se expressar antes que seja capaz de dizer as primeiras palavras. No recém-nascido, é considerado um ato reflexo. “Com o tempo, ele se modifica. O bebê começa a reconhecer o ambiente em que vive e isso vai alterando seu comportamento”, explica a pediatra Devani Pires, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A partir do terceiro mês, a criança passa a entender que, ao precisar de algo, basta abrir o berreiro. Aí, nessa fase, o choro passa a ser voluntário.

2. Existe uma faixa etária em que o choro é mais frequente e intenso?

Nos primeiros dois meses. Nesse período, pesquisas apontam que os recém-nascidos choram em média três horas ao longo do dia, em momentos variados. “No entanto, é importante lembrar que isso também está relacionado a uma questão individual e de temperamento. Existem bebês que choram mais e outros menos”, esclarece a pediatra Devani Pires. A tendência é que esse comportamento diminua ao longo do crescimento da criança.

3. Em que situações eles choram?

Geralmente quando têm fome, sono, frio ou calor. Eles também põem a boca no mundo se sentem algum tipo de dor, sujam a fralda, estão com uma roupa desconfortável ou numa posição incômoda.

4. É possível identificar se o bebê está doente por meio do choro?

Sim. “Toda mãe conhece o choro do filho, entende suas necessidades e sabe quando o bebê se manifesta de uma maneira diferente”, explica a enfermeira Daisy Leite, que estuda o assunto há mais de 40 anos. Daisy desenvolveu várias pesquisas nessa linha: as variações do choro, suas causas e as possíveis doenças que provocam esse comportamento, quando ele é anormal. Segundo ela, é exatamente o choro não identificado que leva a mãe a procurar o pediatra.

5. O choro é sempre sinônimo de incômodo?

Sim, muitas vezes ele sinaliza algum incômodo. Mas também pode ser manha. Na dúvida, não custa dar um pulo no quarto para verificar se algo está acontecendo.

6. O que devo fazer para acalmar o bebê?

Em primeiro lugar, certifique-se de que ele não está com fome, sono ou com a fralda suja. Cheque também se o motivo da bronca não é calor ou frio. Quando o pequeno tem a reclamação atendida, costuma parar com o chororô. Mas, às vezes, o bebê está apenas pedindo um pouco de afago da mãe. Tente se aproximar do pequeno e falar em tom afetuoso frases como “Calma, filho, a mamãe está aqui”. Outra saída é o uso do método “mamãe canguru”. Essa técnica é considerada por médicos e enfermeiros a melhor maneira de estreitar o contato entre mãe e filho. Isso porque o pequeno é colocado próximo ao corpo materno, com a ajuda de uma faixa de tecido – daí o nome. Visto com bons olhos por especialistas e mamães de primeira viagem, o método canguru costuma apresentar bons resultados, especialmente com bebês prematuros. Uma forma de pôr essa estratégia em prática é apelar para o sling, um acessório feito de pano amarrado ao ombro. Ele traz segurança e conforto à criança.

7. É correto levar o bebê para passear de carro ou pegá-lo no colo sempre que chora?

O ideal é que a criança seja acalmada com métodos diferentes. Se os pais acostumam o pequeno com alguns hábitos, como passear de carro ou no elevador, pegá-lo no colo sempre que chora, com o tempo pode ser difícil contornar situações em que não seja possível se valer desses recursos

8. Tudo bem deixar a criança chorar no berço durante um período sem atendê-la?

É fundamental conferir se está tudo bem com o bebê quando ele chora. Feito isso, os pais podem deixá-lo choramingando desde que se mantenham por perto. Uma dica é conversar com ele, contar histórias, cantar canções de ninar e passar a mão pela sua barriga. “Não é necessário dar colo sempre que a criança chora. Muitas vezes, é aí que começa o mimo em excesso”, afirma a enfermeira Daisy Leite.


9. O que fazer se o bebê não para de chorar mesmo com as várias tentativas dos pais de acalmá-lo?

Converse sempre com o pediatra para obter orientações de como proceder nesses casos e procure a ajuda de especialistas se o seu filho apresentar um choro diferente ou algum sintoma como febre, tosse, erupções na pele, diarreia, vômito, abdômen inchado, falta de contato visual e estado de quietude anormal.   Existem síndromes e doenças que comprometem o choro do bebê. A psicomotricista Dione Macêdo, que trabalha na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), do Rio Grande do Norte, costuma lidar com crianças que apresentam choros anormais desde os primeiros dias de vida. De acordo com ela, quem tem problemas neurológicos sérios, por exemplo, pode apresentar uma irritabilidade contínua e um choro estridente e muito nervoso. Em outros casos, como bebês com cardiopatias graves, o choro geralmente é fraco.



bebe.abril



quinta-feira, 27 de março de 2014

Pais: como se envolver e criar vínculos com o bebê


O tão esperado bebê finalmente chegou e agora você quer ser um daqueles pais bem envolvidos na criação dos filhos. O problema é que nestas primeiras semanas, quando o bebê praticamente só mama e dorme, às vezes fica difícil saber por onde começar.

Aguente firme! Com o tempo, você e seu filho vão desenvolver uma relação muito especial e única, tão vital quanto a da mãe com a criança.Enquanto isso, leia a seguir algumas dicas sobre o que fazer para evitar aquela terrível sensação de "vela" ou de não ter importância dentro da própria família:

Outro bom jeito de aprender as coisas é sair com amigos e parentes que já tenham filhos, para ver como lidam com eles. Acredite: esse negócio de bebê não é nenhuma física quântica, mas requer investimento pessoal e dedicação.

Pratique: Ao contrário do que muita gente gosta de dar a entender, não existe nenhuma intuição especial que diga para as mulheres o que fazer com um recém-nascido -- elas simplesmente aprendem na prática, do mesmo modo que os homens. Assim sendo, ponha a mão na massa, troque fraldas (de xixi e de cocô também!), dê banhos no bebê e faça o seu melhor para ajudar a confortá-lo quando ele estiver incomodado. Vai ser um pouco desajeitado no início, porém tenha certeza de que você pega o jeito.

Disponibilize seu tempo: Participar da vida do bebê não vai ser fácil se você nunca estiver por perto. Por isso, procure passar bastante tempo com ele quando volta do trabalho à noite e nos fins de semana. Coloque seu filho no carrinho e vá dar uma volta pelo bairro ou simplesmente ponha-o no colo e conte uma história (não, não é cedo demais) ou cante uma música (não, não precisa ser musiquinha infantil).



Assuma a responsabilidade: Muitas mulheres acham que não estarão sendo boas mães se não forem as únicas a alimentar, trocar, vestir e confortar o bebê 24 horas por dia. Mas é essencial para a sua formação de pai -- assim como para o bebê e para a própria sanidade mental da sua companheira -- que você assuma responsabilidades de vez em quando. Conquiste seu espaço, mesmo que sob protestos. Você não vai se arrepender.

Aguente firme: Às vezes nem é de propósito, mas as mães costumam minimizar as chances de sucesso dos pais ao interferir quando eles estão tendo certa dificuldade de fechar a fralda -- ou fazem cara feia pela forma como dão o banho. Se sua parceira criticá-lo, não seja grosseiro de jeito nenhum, mas deixe claro que é capaz de lidar com a situação, desde que ela lhe dê uma oportunidade de aprender.

Seja parceiro na hora das mamadas: Caso sua mulher esteja dando o peito, traga o bebê para ela na hora das mamadas, e se ofereça para arrotar. Uma vez que o aleitamento materno esteja bem estabelecido, procure dar uma mamadeira de vez em quando com leite tirado do seio. Você e o bebê terão assim momentos especiais juntos, e sua exausta mulher ficará grata por poder dormir um pouco mais.

Aposte no contato físico: Os pais interagem com os filhos de maneiras diferentes que as mães, e isso é perfeitamente normal. O modo de brincar mais físico dos homens é um excelente complemento ao jeito mais delicado das mães. Não tenha medo de brincar de "aviãozinho", "cavalinho" ou qualquer outra coisa que dê vontade (tomando, obviamente, os cuidados com o ainda frágil corpo do bebê). No entanto, esse tipo de brincadeira não é a única disponível aos papais: fazer carinhos também é ótimo!



babycenter


quarta-feira, 26 de março de 2014

Hora de trocar o berço pela cama


O lugar onde descansava o bebê está dando espaço para uma criança esperta e cada vez maior. O berço do seu filho já pode estar com os dias contados. Está na hora de comprar uma nova cama para o pequeno.

Neste período, mais uma etapa é vencida. A criança já aprendeu a andar, abandonou as fraldas e está a mais um passo de se tornar independente. Ela agora quer liberdade para entrar e sair da cama quando bem entender. Chega de grades.


Porém, não esqueça que ela ainda é pequenininha e precisa de segurança. Dê preferência para um móvel com quinas arredondadas e altura reduzida, que facilite subir e descer da cama sem ajuda. Peça uma que tenha meia proteção lateral para evitar quedas. Além disso, compre um colchão confortável e que não prejudique a coluna do pequeno.

Deixe seu filho participar da compra da nova caminha. Peça a opinião dele. Assim, o seu período de adaptação será mais tranquilo. A mudança deve ser feita aos poucos. A criança pode ter se apegado ao espaço em que gosta de dormir e ficar chateada com o fato.

Se enfrentar dificuldades, pondere que o espaço da cama é maior e afirme que ela está crescendo. Certamente, ela ficará toda orgulhosa da nova fase.

Marcelo Bragança