sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Dicas para a limpeza do quarto do bebê


Com procedimentos simples é possível manter o quarto bebê sempre limpo.
A limpeza do quarto do bebê é essencial para evitar alergias e outros mal-estares. Mas, além da limpeza básica, outros cuidados devem ser tomados, principalmente em relação aos produtos químicos usados. As principais dicas são:

- Arejar o ambiente diariamente – é muito importante que o ambiente seja arejado todos os dias. Deixe janelas e cortinas abertas para que possa circular o ar evita a aglomeração de ácaros;

- Escolher produtos certos – evite produtos de limpeza com cheiro forte. O indicado é usar produtos neutros ou sem cheiro. Muitas vezes um pano limpo umedecido é suficiente para fazer a limpeza.

- Aspirar o pó – passar o aspirador de pó não só no chão, mas em estofados, poltronas, almofadas, cortinas, inclusive no berço e, pelo menos uma vez na semana, no colchão também. Não é acons
elhável passar vassoura no quarto do bebê, pois levanta a poeira.

- Trocar a roupa de cama semanalmente – além dos lençóis e fronhas, lembre-se de lavar almofadas e colchas das camas com frequência.

- Lavar o chão ou passar pano após aspirar o pó – Poeira é muito ruim de ser limpa, por ser leve e se deslocar com muita facilidade. O recomendado é passar o aspirador de pó e logo após um pano úmido para não sobrar resquícios que possam fazer mal para o bebê.

- Evitar bichos de pelúcia no quarto – apesar de lindos e de dar um charme especial na decoração, os bichos de pelúcia costumam acumular muito pó. Hoje existem pelúcias antialérgicas e bonecos de pano que são mais indicados para bebês. Mesmo estes devem ser lavados regularmente.

- Tirar o bebê do quarto na hora da limpeza - um detalhe importante é que o bebê não deve estar no quarto quando o ambiente estiver sendo limpo. Eles costumam ser muito sensíveis em relação a alergias respiratórias.


Fernanda Segantini

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Você sabe como deixar o seu bebê confortável no calor? Confira essas dicas.


Saiba como proteger o bebê do sol e do calor, com as dicas abaixo:

*  Vista o bebê com tecidos leves e fibras naturais, de preferência algodão  
      Tecidos fresquinhos são além de tudo confortáveis. Evite roupas feitas de fibras sintéticas, porque elas retêm o calor e incomodam o bebê. Podem causar até brotoejas e assaduras. Não deixe o sol bater direto na pele delicada da criança por longos períodos, especialmente se ela ainda for muito novinha.
Os pediatras costumam recomendar o uso de filtros solares a partir dos 6 meses. Use o tipo recomendado pelo médico, pois há grandes variações na composição química desses produtos. Chapéus não podem ser apertados, e precisam ter as abas largas. Chapéus ou bonés com elástico podem atrapalhar a circulação do sangue. 

 * Fique à sombra ou dentro de casa nos horários mais quentes (das 10h às 17h) 
      Quando o bebê é pequeno, o melhor é ficar em ambientes cobertos nas horas de mais calor. Se você precisa sair no sol, proteja bem a criança. Para passeios ao ar livre, prefira o começo da manhã ou o final da tarde. Tire colchõezinhos ou colchas do carrinho para a temperatura dentro dele não subir demais. 

 *  Deixe a criança algum tempo sem fralda 

      Se estiver muito quente, deixe o bebê pelado. Pode ser na hora de uma soneca da tarde, por exemplo, num lugar de fácil lavagem para o caso de ele fazer xixi ou cocô. O suor se acumula nas áreas plásticas da fralda descartável e causa irritações como a brotoeja e a assadura. Você pode até tentar usar fraldas de pano, se a pele do seu filho estiver irritada demais. 

 *   Dê muito líquido. 

      Nos dias de calor intenso, amamente o bebê com mais frequência. No caso de crianças maiores, dê bastante água, suco de fruta e água de coco.
Bebês de menos de 6 meses que mamam no peito não precisam tomar água, mesmo no calor. Estudos já mostraram que, desde que os bebês sejam amamentados quando pedem, eles não ficam desidratados.
No calor, os bebês tendem a solicitar mais o seio, e o leite materno, composto basicamente de água, é suficiente para hidratá-los. Com idas ao seio frequentes, os bebês recebem mais o leite anterior, que é mais leve e refrescante que o leite posterior, mais rico em calorias e gordura.
Para bebês que tomam fórmulas lácteas, pode-se dar água na mamadeira -- sempre previamente fervida e resfriada.

*    *  Não dê água, sucos, sorvetes e picolés de procedência duvidosa. 
Não dê ao bebê alimentos não industrializados, especialmente os comprados de vendedores ambulantes. Carregue sempre consigo a água para o bebê. Cuidado também se for transportar alimentos como a sopinha. No calor, a comida pode se deteriorar rápido.
Caso seu filho tome fórmula de leite em pó, só prepare a mamadeira na hora do uso e utilize-a dentro de, no máximo, uma hora. Se você for sair, leve a água para a mamadeira ou use água mineral de procedência conhecida, e carregue o pó separado (existem recipientes com divisórias para várias doses, que facilitam a tarefa). 


*  Reduza o uso de óleos ou cremes no bebê. 
Se estiver muito quente, óleos infantis usados para massagem podem colaborar para o surgimento de dermatite ou brotoejas se não forem bem retirados no banho. Não use cremes hidratantes em excesso e, se o bebê for sair no sol, evite cremes anti assaduras dentro da fralda, para permitir que a pele respire melhor.


Evite o talco. 
Muitas mães passam bastante talco nos bebês depois do banho para mantê-los frescos. Na verdade, o contato do talco na pele molhada pode causar irritação e desconforto. Além disso, as partículas do pó do talco são tão finas que podem entrar no pulmão da criança, causando problemas graves.
Se mesmo assim você quiser passar talco, use pequenas quantidades, sem provocar "fumaça", e mantenha o recipiente sempre longe das mãozinhas do bebê. Uma alternativa mais segura é a maisena, que tem partículas maiores, não tão prejudiciais. A tradição de colocar maisena na água do banho também é uma boa opção.


 Deixe o bebê se refrescar brincando com água 
O calor é a estação ideal para deixar o bebê brincar com água. Desde o momento em que o bebê já sentar com firmeza, você pode colocá-lo na banheirinha ou em uma piscininha inflável com um fundo de água e brinquedos. Isso pode ser feito tanto ao ar livre quanto dentro de casa. Mas não deixe a criança nem um segundo sozinha. Para frequentar a piscina, converse com o pediatra. Há aulas de natação junto com os pais para crianças a partir de 3 meses, mas alguns pediatras preferem esperar até pelo menos 6 meses para reduzir o risco de otites (infecções no ouvido). Fique atenta às condições de higiene da piscina.


·        * Cuidado com o ar condicionado. 
Se você tem ar condicionado em casa, desligue-o na hora do banho e só volte a ligá-lo quando a criança estiver totalmente vestida e com o cabelo seco. Se o bebê for ficar em ambiente com ar condicionado o dia inteiro, é melhor vesti-la com roupas mais fechadas. Também não deixe o aparelho ligado muito em cima do bebê.

·        *  Não deixe seu filho usar óculos de plástico sob o sol.
A passagem da luz solar por óculos de plástico transparente colorido pode prejudicar os olhos do bebê. Óculos escuros infantis têm de ter proteção contra os raios ultravioletas do sol. Na dúvida, é melhor não usar.


·       *  Nunca deixe o bebê dormindo dentro do carro estacionado.
A temperatura dentro do carro pode aumentar muito rápido, mesmo quando parece não estar tão calor assim. O aumento da temperatura pode causar hipertermia, ou seja, a criança fica quente demais, o que leva à rápida desidratação e até à morte (é o que acontece com crianças esquecidas dentro do carro).
Acostume-se também a não deixar a criança sozinha dentro do carro -- o que será útil para saber quando ela for maior e quiser ficar brincando no veículo. O risco de hipertermia não deve ser subestimado.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Medos e Mitos no Parto Normal

Muito provavelmente não existe assunto mais envolto em medos, tabus e mitos do que o tema “parto”.  Quem está ou já esteve grávida um dia sabe bem o que é ouvir da manicura, da vizinha ou de conhecidos próximos, histórias tenebrosas sobre bebês que morrem na barriga, dos bebês que ficam com paralisia cerebral por causa do parto, do líquido que seca, do cordão em volta do pescoço que sufoca o bebê e por aí vai.
A mensagem por detrás das linhas é o de que as mulheres de hoje são mesmo incapazes de parir seus filhos em segurança e que passar pelo parto normal é algo extremamente perigoso e antiquado. De fato, se fosse mesmo assim, nossos antepassados seriam todos paraplégicos, teriam cabeças tortas ou a espécie humana teria simplesmente se extinguido.

Pensando em proteger nossos ouvidos e nosso coração de tamanho “ataque” e fortalecer escolhas conscientes, vamos desvendar aqui alguns mitos que cercam o parto normal, tendo como norte as evidências científicas e algum conhecimento sobre fisiologia do parto.

Falta de dilatação – “Meu útero não dilatou e teve que ser cesárea.”

Tecnicamente falta de dilatação não existe. Existem tempos diferentes para cada mulher dilatar. É muito comum ver mulheres chegando cedo demais no hospital, ainda em pródromos ou em um falso trabalho de parto.  Pode acontecer sim uma evolução difícil da dilatação, ou uma dilatação que estaciona em alguns cm e não vai para frente. Provavelmente alguma “interferência” do ponto de vista emocional ou até mesmo do ambiente externo (excesso de luzes e pessoas observando, ar condicionado forte, clima tenso) pode estar interferindo negativamente e caberia à assistência eliminar tais estímulos e ajudar a mulher a enfrentar seus medos e ir em frente.

Cordão umbilical enrolado – “O cordão estava em volta do pescoço do bebê, se fosse parto normal ele iria se enforcar e morreria.”

Pra começo de conversa mais de 30% dos bebes nascem com circular de cordão e nascem de parto normal muito bem, obrigado. O cordão umbilical é bem comprido e é preenchido de uma gelatina elástica e todo torcido, preparado justamente para não interromper o fluxo de sangue se for dobrado ou enrolado. O bebê recebe oxigênio através do sangue que passa pelo cordão umbilical e não respira pelos pulmões justificando que iria sufocar, enforcado no cordão.  Pode acontecer alguns casos raros (bem raros mesmo) de haver um cordão umbilical curto demais, o que impediria a saída do bebê do útero se estivesse com circular. Isto seria detectado durante o trabalho de parto (pela escuta dos batimentos cardíacos do feto) e aí sim uma cesárea seria necessária e bem vinda.

Medo da dor - Muitas mulheres dizem que não conseguiriam passar por um parto normal por serem muito sensíveis à dor.

Na verdade não sabemos como é a dor do parto antes de passar por ela. Não sabemos como iremos reagir. A dor do parto é sábia, vem em ondas dando um intervalo de descanso entre uma onda e outra, nos permitindo recuperar as forças. A dor faz com que o organismo libere diversos hormônios fundamentais para este período, que irão interferir até mesmo na amamentação. Um destes hormônios é a endorfina, que é um analgésico natural. Nos sentimos como atletas no final de um grande jogo. Mesmo com dor, mesmo com contusões, seguimos adiante em busca da vitória e do grande prêmio que é ter o bebê nos braços no final da partida. O processo da dor permite que nos descubramos cada vez mais fortes e capazes. Quantas mulheres não se surpreendem com a força que têm depois de um parto! E esta força nos garante muita confiança para cuidar de um recém-nascido. Vale a pena tentar e conhecer de perto as diversas técnicas de alivio de dor e desconforto como o uso da água, posições, massagens e até mesmo a anestesia na fase final do parto.

Cesárea é um procedimento indolor – “Tenho muito medo da dor do parto, então já marquei a data da cesárea.”

Eis um grande mito. O corte da cesárea geralmente dói de forma contínua por algumas semanas ou até meses depois do parto.  Bem quando precisamos estar inteiras para cuidar do bebê. Vale a pena lembrar que uma cesárea é uma cirurgia de grande porte, corta sete camadas de tecido, incluindo o músculo abdominal. No momento da cirurgia, estamos anestesiadas, mas geralmente sentindo todo o processo de abrir e mexer com o bebê e com o útero, sensação que pode ser bastante aflitiva para muitas mulheres.

Bacia estreita ou bebê grande demais.

A idéia aqui é que a cabeça do bebê seria maior do que a bacia da mãe e não poderia passar pelo canal de parto. Esta desproporção pode até acontecer, mas em alguns casos raros. O fato é que é tecnicamente impossível saber se o bebê não vai passar antes que o trabalho de parto tenha começado e a dilatação esteja completa. Ou seja, só é possível diagnosticar um caso real de desproporção entre cabeça do bebê e pelve da mãe, no final do trabalho de parto. E, mesmo que se encaminhe para a cesárea, mãe e bebê tiveram muitos ganhos, do ponto de vista hormonal e psíquico, por terem passado pelo trabalho de parto.

Parto demorado – A idéia aqui é que se um parto for muito demorado o bebê estaria correndo sério risco de vida.

Na verdade não existe um padrão de tempo pré-determinado para o parto acontecer. Cada mulher tem um tempo próprio para parir. Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias.

O que interessa é avaliar adequadamente se os sinais vitais do bebê e da mãe estão bem, o que se faz pela escuta dos batimentos fetais e da pressão e vitalidade da mãe. Enquanto estes sinais estiverem num padrão tranqüilizador, então o parto está no tempo certo.

Parto normal “estraga” a mulher – A idéia aqui é de que a passagem do bebê pela vagina alargaria o canal de parto, deixando a mulher “alargada” e  interferindo negativamente no prazer sexual do casal.

Eis um grande mito. O canal por onde passa o bebê é como um diafragma , a vagina e o períneo (musculatura que envolve a entrada da vagina e ânus) são grandes e fortes músculos e sendo assim, tem a capacidade de relaxar e contrair, voltando ao tamanho normal ou muito próximo ao normal depois do parto.  A vivência do parto e a percepção de que é possivel utilizar esta musculatura pode melhorar e muito a vivência sexual da mulher e de seu parceiro. A melhor forma de prevenção da frouxidão da vagina ou da bexiga é através de exercícios que podem ser feitos com o períneo.  Evitar o parto normal ou submeter-se a episiotomia - corte cirúrgico feito na vulva e vagina para acelerar o parto – para evitar de ficar “ alargada” é um grande mito cultural hoje impregnado em nossa sociedade e que vem sendo lentamente revisto pela literatura científica.

Mais mitos e medos ainda povoam a idéia de parto na nossa cultura atual. Falar sobre todos daria certamente um extenso livro. Mas vale aqui lembrar que o gênero humano teve mais de 2 milhões de anos para aperfeiçoar a fisiologia da gestação e do parto. Se herdamos defeitos, herdamos também soluções adaptativas. Talvez jogar luz do conhecimento sobre mitos e medos culturais da nossa atualidade seja um caminho necessário para os dias atuais.

Eleonora de Moraes
Psicóloga, doula (acompanhante de parto) e educadora perinatal
Coordenadora do Despertar do Parto

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Dá para escolher o sexo do bebê?

Desde que o mundo é mundo, e que se fazem bebês, as mulheres trocam dicas, simpatias e superstições para ter um menino ou uma menina, conforme a preferência. Infelizmente, não há nenhuma prova científica de que elas funcionem.
De científico mesmo, há teses (refutadas) dizendo que o momento da relação sexual pode determinar o sexo do bebê, que se baseiam na constatação de que os espermatozóides que carregam o gene Y (para menino) são mais leves e rápidos, e que os com o gene X (para menina) são mais lentos e resistentes (a um ambiente ácido na vagina, por exemplo).
E existem possibilidades concretas de escolher o sexo do bebê com o uso de técnicas de reprodução assistida, mas há sérias restrições éticas à prática.
Mesmo assim, sempre vai existir alguém dizendo que tentou tal e tal simpatia e que funcionou. Se você quiser desafiar a ciência e experimentar as estratégias consagradas pelo folclore, não há nada de mal em tentar as sugestões abaixo:


Você tem mais chance de encomendar um menino...


* Se tiver relação sexual no dia da ovulação, já que, segundo diz a lenda, os espermatozóides masculinos nadam mais rápido e chegam ao óvulo primeiro que os femininos;
* Se chegar ao orgasmo antes de seu parceiro, porque isso liberaria um muco alcalino, que em tese seria mais adequado para os espermatozóides masculinos que a acidez natural da vagina;
* Se mantiver relações sexuais em posições que permitam uma penetração mais profunda, como na posição de cachorrinho;
* Se seu parceiro tiver alta concentração de espermatozóides no sêmen. A explicação seria de que os espermatozóides masculinos não são tão fortes quanto os femininos, portanto quanto mais espermatozóides maior a chance de um masculino chegar ao óvulo;
* Se evitar manter relações sexuais por uma semana antes da ovulação e depois só fizer sexo uma vez, no dia da ovulação, o que concentraria o número de espermatozóides presentes no sêmen;
* Se seu parceiro for quem tiver tomado a iniciativa para o sexo;
* Se vocês mantiverem a relação sexual à noite;
* Se vocês fizerem sexo só nos dias ímpares do mês;
* Se seu parceiro mantiver os órgãos genitais sempre fresquinhos, usando cuecas samba-canção e calças e shorts largos;
* Se você comer comida bem salgada, bastante carne, peixe, farináceos, macarrão, mas evitar leite e derivados, como iogurte, queijo e chocolate, além de nozes e castanhas, frutos do mar e pão integral.

Você tem mais chance de encomendar uma menina...

* Se mantiver relações sexuais alguns dias antes da ovulação. A explicação é que os espermatozóides com o gene feminino seriam mais fortes, e durariam mais que os masculinos, que morreriam antes de chegar ao óvulo;
* Se seu parceiro chegar ao orgasmo antes que você;
* Se você mantiver relações sexuais com bastante frequência para que haja menos espermatozóides no sêmen do seu parceiro, o que elevaria as chances de os espermatozóides femininos chegarem ao óvulo primeiro;
* Se vocês mantiverem a penetração não muito profunda;
* Se você começar a manter relações sexuais entre quatro e cinco dias antes da ovulação, o que reduziria as chances de os espermatozóides masculinos chegarem primeiro ao óvulo;
* Se seu parceiro mantiver os órgãos genitais quentinhos, usando cuecas justas e calças e shorts mais agarrados (mas não apertados demais, senão a fertilidade acaba é prejudicada!);
* Se você é quem tiver tomado a iniciativa para a relação sexual;
* Se vocês fizerem sexo à tarde;
* Se vocês transarem nos dias pares do mês;
* Se você colocar uma colher de pau debaixo da cama e uma fita cor-de-rosa sob o travesseiro;
* Se você tomar bastante leite e derivados, como queijo e iogurte, além de comidas sem sal, arroz, macarrão, água mineral, pouca carne, batata, evitando sal e comidas salgadas em geral, vinho e cerveja, frutas frescas, espinafre, tomates, cogumelos, café e chá.


Não se esqueça de que essas estratégias não passam de lendas. Mesmo as que são recomendadas por alguns médicos são questionadas por outras linhas de pesquisa, portanto não há comprovação científica ampla.



[BabyCenter]

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Cuidado com vícios durante a gestação

Ainda no ventre da gestante, o feto absorve tudo que está no sangue da mãe. Por isso, fique atenta aos vícios durante a gestação.
Um clínico geral pode indicar mudanças de hábitos quanto aos vícios durante a gestação. Psicólogos e psiquiatras também podem dar apoio mental para a gestante.




Mulheres que têm o hábito de fumar ou consumir álcool veem-se numa situação delicada quando engravidam: como renunciar a esses prazeres que, muita vez, podem ser vícios? O fato é que todo cuidado é pouco quando o assunto é gestação: a relação entre a mãe e o feto é direta. Quem não consegue renunciar ao cigarro nos primeiros três meses de gravidez aumenta a chance de um aborto natural em 70%. Além disso, esse grupo pode apresentar sangramentos, descolamento de placenta e parto prematuro, além de dar oportunidade ao surgimento de problemas de saúde congênitos para o bebê.

“A mamãe fumante, além de oxigênio no sangue, também tem monóxido de carbono, que é liberado pela fumaça do cigarro, ou seja, o bebê fuma junto com a mãe”, alerta a ginecologista e obstetra Caroline Alexandra Pereira de Souza, membro da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

O efeito da nicotina

A nicotina, outra substância presente no cigarro, estreita os vasos sanguíneos fazendo com que chegue menos nutrientes e oxigênio para o feto, o que pode acarretar graves problemas em seu desenvolvimento. Para a mulher, este estreitamento dos vasos somado à pressão natural que a gravidez causa nas veias abdominais, compromete a circulação de sangue nas pernas podendo causar trombose, que é a formação de coágulos dentro dos vasos.

Por que se abster do álcool

Os malefícios de bebidas alcoólicas também são muitos. O álcool atravessa facilmente a placenta, mantendo-se em elevada concentração no sangue do bebê, e por muito mais tempo, visto que este não consegue metabolizá-lo. “O seu efeito tóxico se dá na divisão celular, elevando o risco de malformações no feto, principalmente nos primeiros meses de gestação”, afirma Rosiane Mattar, presidente da comissão de gestação de alto risco da Febrasgo. Os problemas mais graves, resultantes da ingestão de álcool na gravidez, são o risco aumentado de aborto ou de o bebê sofrer da síndrome fetal alcoólica — que é um conjunto de distúrbios, mentais e físicos, que se manifestam na criança. Ainda não se conseguiu estabelecer a quantidade de álcool a partir da qual se torna potencialmente tóxica para o feto, mas sabe-se que quantidades muito pequenas da substância, em especial nos 3 primeiros meses de gravidez, são suficientes para prejudicá-lo.

Os perigos da cocaína e dos opiácios

Essas drogas ilícitas (assim como a heroína, a metadona e a morfina) podem causar problemas significativos para o bebê. A cocaína estreita os vasos sanguíneos e eleva a tensão arterial e o seu consumo durante a gravidez pode provocar aborto. O filho de uma mãe viciada nesta droga é mais propenso a ter pouco peso ao nascer, além de medida corporal e circunferência da cabeça menores das consideradas normais. Os opiáceos, como atravessam a placenta, podem fazer com que o bebê já nasça viciado.

As estratégias de combate

Vencer um vício não é fácil. Durante a gestação os cuidados devem ser ainda maiores, já que não é recomendado o uso de nenhum tipo de medicamento com esta finalidade. “Se a gestante usa tabaco, a reposição de nicotina por meio de medicação será sempre inferior à quantidade da substância nicotina oferecida pelo cigarro. Esta pode ser uma opção, mas se a gestante puder parar sem medicação, é melhor. Usar o fármaco e não diminuir o cigarro seria mais prejudicial. Ao optar pela reposição de nicotina, sem fumar, ao menos anulará a absorção das outras tantas substâncias prejudiciais que o cigarro contém”, orienta João Paulo Becker Lotufo, responsável pelo Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP). “Infelizmente, 22% das gestantes não deixam de consumir álcool durante a gravidez”, lamenta Andréia Montenegro, ginecologista do Hospital Adventista Silvestre, do Rio de Janeiro (RJ). Os especialistas concordam que procurar ajudapode ser eficaz. Um clínico geral pode indicar mudanças de hábitos. Psicólogos e psiquiatrastambém podem dar apoio mental para a gestante.

[Revista VivaSaúde edição 123]

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Hidroterapia alivia desconfortos na gestação


Dores na coluna e inchaço são sintomas comuns na vida da gestante, afinal, são muitas as transformações pelas quais seu corpo passa. O tradicional uso da água com finalidade terapêutica é ótima alternativa tanto para aliviar o desconforto quanto para controlar ansiedade e irritabilidade. 

De acordo com a naturóloga e doula Raquel Oliva, o objetivo da hidroterapia aplicada em gestantes é melhorar o condicionamento cardiovascular, preparar a musculatura para o parto, conscientizar a importância da respiração, reequilibrar as compensações posturais surgidas e, é claro, promover intenso relaxamento.A partir da indicação terapêutica, a água é direcionada às regiões do corpo com temperatura e pressão variadas. Quanto mais potente o jato, maior o estímulo à pele, à circulação e aos órgãos internos. “Isso provoca uma resposta local sob a circulação sanguínea e, por meio do sistema nervoso, uma resposta mais profunda muscular, visceral e mental”, explica Raquel. 

O tratamento pode ser realizado em spas, balneários e centros de hidroterapia. Vale lembrar que a futura mamãe não pode fazer nada sem que haja recomendação do obstetra.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Baby Rock


Essa marca de roupinhas de bebe chegou pra acabar com aquela coisa de só vestir os pequeninos de tons pastéis, ou azul ou rosa. Se você teve seu filho agora há pouco e é da geração do rock and roll de uma olhadinha no que a Baby Rock anda criando pro seu filhotinho, futuro roqueiro como você! 


O diferencial da marca não fica somente nas cores e estampas aonde você não irá encontrar os bichinhos fofinhos de sempre que está acostumado a ver, qualidade, beleza e o conforto são também preocupação constante dessa turma que faz essas roupinhas tão exclusivas para os bebes. 


A Baby Rocky você encontra em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Bahia além de poder fazer suas compras online no site oficial da marca que é bem simples e você ainda faz suas compras escutando o melhor dos clássicos do rock na rádio babyrock. Super astral e super rock and roll!


Camisetinhas, bermudas, meias, tênis, calças e muitos outros produtos a Baby Rock oferece na sua loja virtual. Faça uma visitinha e veja você mesmo!
Seu bebe vai ficar muito “cool” com os modelos da Baby Rock, pode esperar um assédio grande nos parquinhos ou aonde for que você os leve!




E aí mamães Rock'n'Roll, gostaram?

A Kasa da Gestante amou ♥