segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Por que fazer fisioterapia


Lá se vai o tempo em que os fisioterapeutas cuidavam apenas de atletas. Hoje eles tratam desde a celulite até as sequelas de derrame. E, na recuperação de traumas, seu papel éfundamental. Ainda assim, há quem largue as sessões antes do término — uma precipitação que é prejuízo na certa

Exercícios na água, atividades para fortalecer os músculos das costas e técnicas para melhorar a respiração são alguns dos procedimentos fisioterapêuticos indicados para as gestantes. Sem falar nos alongamentos, que são capazes até de afastar a hipertensão arterial na gestação — a perigosa pré-eclampsia —, segundo um estudo recente da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. “O profissional pode aplicar movimentos de drenagem específicos para as grávidas, o que também ajuda na pressão ao atenuar inchaços”, afirma a fisioterapeuta Sabrine Pfeiffer, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Sempre com o aval do obstetra, as futuras mamães trabalham, ainda, a musculatura pélvica, o que facilita o parto e previne a incontinência urinária, mal que aflige de 10 a 52% das mães quando entram na menopausa. Aliás, quando o xixi escapa por qualquer bobagem, mais uma vez a fisioterapia é bem-vinda. “Em casos assim, uma das técnicas mais difundidas é o biofeedback”, conta a fisioterapeuta Milena Trudes Caires, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Com a ajuda de um equipamento, a paciente aprende a controlar a musculatura do assoalho pélvico, o que facilita na retenção da urina.

São apenas exemplos. A fisioterapia pode ajudar em inúmeras outras frentes. “Mas o fundamental é que o paciente reconheça a finalidade de cada procedimento e aprenda sua importância”, opina Maurício Garcia, fisioterapeuta do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo. Na Espanha, pesquisadores da Universidade de Murcia observaram, em um estudo com 184 pessoas que sofriam com dores crônicas, que a aderência ao tratamento foi maior entre aqueles que receberam explicações detalhadas sobre as técnicas fisioterápicas a que seriam submetidos. E fique claro: ir até o final das sessões é o que faz a diferença. Infelizmente, basta sentir alívio e a maioria dos pacientes fica na tentação de abandonar tudo — um passo em falso que pode custar caro.

Quem já torceu o pé, machucou o joelho ou deu aquele mau jeito na coluna deve se lembrar das sensações dolorosas que, muitas vezes, beiram o insuportável e são mais intensas nos primeiros dias póstrauma. Nessas horas, não há dúvida, a meta da fisioterapia é dar um fim ao sofrimento. E, durante as primeiras sessões, não costuma faltar gelo. É que a temperatura fria diminui a inflamação e combate o inchaço.

Passados os primeiros dias de crise, o especialista analisa uma penca de exames que apontam com precisão a área afetada e o tamanho da encrenca. Assim, elege os melhores aparelhos para tratar a lesão (confira o slideshow: uma mãozinha da tecnologia). Geralmente, são necessárias poucas sessões para que a dor desapareça — e, vale repetir, é aí que mora o perigo.

FIM DO PRIMEIRO MOVIMENTO Os apreciadores de música clássica sabem que o momento certo para aplaudir é quando soa a última nota de uma sinfonia — nunca antes disso, o que tiraria a concentração da orquestra e atrapalharia todo o andamento. Pode-se dizer que algo parecido se passa na fisioterapia. Concluída a primeira fase, não é certo interromper o tratamento. Ainda é preciso muito trabalho para garantir a perfeita harmonia do corpo. Quando termina a etapa da analgesia — que é como os especialistas definem aquelas primeiras sessões focadas em acabar com a dor —, é a vez de colocar a pessoa nos eixos. “O objetivo é fazer com que o paciente volte a desempenhar as funções com habilidade”, conta Maurício Garcia, que também é coordenador do Centro de Traumatologia do Esporte da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

O tratamento nunca para antes de se ter certeza disso. “No caso de uma torção, por exemplo, o risco de uma nova lesão aumenta quando as sessões não vão até o fim”, revela a fisioterapeuta Maria Cecília dos Santos Moreira, diretora do Instituto de Reabilitação Rede Lucy Montoro, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É que os sintomas somem antes de o processo de cicatrização interna se completar. Portanto, quando a dor acaba é preciso ter paciência e enfrentar os exercícios para o fortalecimento da musculatura local. “E, claro, em alguns casos, deve-se corrigir a postura e fazer alongamento”, diz a fisioterapeuta Nathassia Orestes, também do Instituto Cohen.

Fortalecer a musculatura e restabelecer o equilíbrio são algumas das prioridades para os pacientes com sequelas de derrame. Só que, no caso deles, a abordagem é diferenciada: “É preciso levar em consideração a região do cérebro afetada pelo problema”, explica a fisioterapeuta Fátima Gobbi, do Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

As primeiras sessões procuram estimular o cérebro para que ele aprenda, outra vez, a realizar determinados movimentos. São sequências de exercícios para restabelecer a coordenação. Aos poucos, o paciente começa a ter domínio do seu tronco, até conseguir parar sentado, sem escorregar.

De acordo com a evolução do indivíduo, é possível incluir exercícios de marcha a partir do momento em que ele já fica sentado sozinho. “Até que a pessoa tenha segurança para caminhar por conta própria, ela recebe apoio”, descreve Jeane Peixoto, do Instituto de Reabilitação Rede Lucy Montoro. Até mesmo em derrames que deixam a vítima de cadeira de rodas para sempre, a fisioterapia é fundamental. Isso porque afasta o risco de a musculatura do corpo se atrofiar, ajustando a postura do cadeirante, por exemplo. Os paraplégicos necessitam do mesmo cuidado, até porque, vivendo sentados, podem viver com inchaços pelo corpo, causados pela má circulação.



Mulheres que passaram por cirurgia para a retirada do seio podem ter o movimento dos braços prejudicado. Além disso, há modificação na anatomia do tórax, que costuma alterar a postura — essa é outra área em que a mãozinha do fisioterapeuta se torna preciosa. Exercícios de alongamento ajudam a evitar tendinites e dores na coluna nessas pacientes. Há ainda a drenagem linfática específica para inchaços que costumam dar as caras no pós-operatório. “A técnica não faz o tumor se espalhar, como se pensava no passado. Isso é mito”, garante Milena Trudes Caires.

DENTRO DO HOSPITAL
Quando se trata de um problema grave, como um câncer ou um rompimento de medula, o ideal é que a assistência do fisioterapeuta comece na unidade de terapia intensiva. Não por menos. Pacientes que passam muito tempo imobilizados tendem a ficar com articulações e músculos comprometidos. “É importante fazer um trabalho de prevenção para evitar danos”, esclarece Ana Lígia Vasconcelos Maida, fisioterapeuta do Hospital Sírio-Libanês. “Pesquisas mostram que a reabilitação diminui pela metade o tempo de permanência na UTI”, revela o fisioterapeuta Sílvio César Autílio, do Hospital e Maternidade São Luiz.
NA FOTO ACIMA:A advogada paulistana Juliane Marinho, de 34 anos, decidiu buscar a fisioterapia para combater dores nas costas, inchaços e até mesmo dificuldades respiratórias típicas de uma gestação. “Hoje não sinto muitos desconfortos, embora meu corpo esteja completamente mudado”, conta. Por causa do peso da barriga e das mamas, as gestantes têm o centro de gravidade alterado, o que pode prejudicar a coluna. Outra modificação comum na gravidez tem a ver com os ligamentos, que, por obra da enxurrada de hormônios, costumam se afrouxar, interferindo no equilíbrio.

“Minha meta é voltar a jogar tênis”, diz Antonio Fernando Seabra, de 70 anos. No final de 2008, o advogado sofreu um acidente vascular cerebral e, desde então, segue as sessões de fisioterapia com disciplina. “Logo que cheguei do hospital, eu não conseguia nem sequer me sentar. Hoje já estou caminhando”, compara. As sessões de Seabra também têm momentos de puro relaxamento. “Aproveito para aliviar as tensões”, conta o mineiro da cidade de Diamantina, que não se cansa de elogiar o time que cuida dele no Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

A empresária paulista Sílvia Cristina Jorio Palma, de 41 anos, desconfia que os treinamentos excessivos de vôlei, na adolescência, estejam por trás das quatro hérnias de disco que apareceram em sua coluna. “Eu não tomava cuidado com minha postura durante os treinos”, conta. Há cerca de um ano, o quarteto de hérnias resolveu tirar o sossego de Sílvia. “As dores se tornaram insuportavelmente fortes.” Depois de conversar com vários ortopedistas, que, inclusive, indicaram cirurgia, ela foi encaminhada ao tratamento fisioterapêutico. Após alguns meses e já sem nenhum sinal de dor, a empresária passou a fazer alongamento, pilates e RPG, ou seja, reeducação postural global.
 [saude.abril.com.br]









sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Chá de bebê: Está com dúvidas nas lembrancinhas?

A maioria das mães gosta de presentear suas visitas na maternidade, os convidados do chá de bebê e do batizado com pequenas lembrancinhas, e ai começa um grande dilema... Pensando nisso  a Kasa da Gestante tem orgulho de apresentar sua  mais nova  parceira:  Beatriz Arte Confeitaria.

Antes de qualquer dica, um AVISO!

Caso você seja compulsiva por doces por favor não leia o conteúdo a seguir, você ficará simplesmente paralisada, abismada, hipnotizada e com muita água na boca..

Agora sim vamos às dicas..

1ª Dica:  Pão-de-mel e alfajores para meninos e meninas!



Diaca nº 2: Para as mamães que não apreciam os famosos Bem-nascidos, a Beatriz Arte Confeitaria desenvolveu o Beijinho da Mamãe, um bolinho de chocolate, com pedacinhos de ameixa, recheado com doce-de-leite caseiro. Humm!



3º Gostosura: Mini -Bolo de Laranja com amêndoas para seu chá de bebê ou mesmo lembrancinha.




4º Dica:  Considerada um símbolo refinado de cortesia, a Truffa Tradicional Cremosa da Beatriz Arte Confeitaria é uma doce sugestão para você presentear em qualquer ocasião! <3


Calma meninas, a tentação é grande mas ainda temos mais dicas deliciosas.. 

5º Guluseima: A Truffa TradBrownie de Nozes é uma deliciosa sugestão para seu chá de bebê/maternidade. Receita especial para as gravidinhas!!


Dica nº 6 : Bebê Ramalhete em Flor é uma doce sugestão de presente na visita à Maternidade! Mantinhas enroladas em formato em flor e que acompanham um docinho! Um gracinha, não é mesmo?



7º tentação : Petit-fours são perfeitos para presentear em qualquer ocasião! Na hora do chá, do café, este carinho é sempre bem-vindo, principalmente para presentear aquela pessoa que é muito especial para você!!! 


E por fim.. Uma dica super especial: Seu batizado vai ficar mais doce com as doces lembrancinhas e caixinhas especiais da Beatriz Arte Confeitaria para os padrinhos! 


Melhor pararmos por aqui... 

Acesse o site da Beatriz Arte Confeitaria e descubra outras gostosuras para deixar os momentos especiais ainda mais deliciosos! 


Meninas, o nosso curso para gestante está chegando, e é claro Beatriz Arte Confeitaria estará presente. Aproveite a oportunidade para experimentar algumas dessas maravilhas! *-*

Telefones: 3329.7125/9167.8522







12 dicas para cuidar da beleza nesse período


O que grávidas podem e não podem fazer para se cuidar?


Grávida pode pintar o cabelo? E fazer escova progressiva? E como fazer para evitar as estrias na gravidez? Essas e outras dúvidas que atormentam muitas mulheres são respondidas por especialistas aqui no site do GNT. Um grupo de feras dá dicas de como cuidar da beleza sem descuidar da barriga nessa fase tão especial na vida de uma mulher. Confira abaixo.


1. Pintar o cabelo

A obstetra Elisabete Dobao conta que a gestante pode usar tintura, desde que tome alguns cuidados. “É importante evitar as tinturas no primeiro trimestre de gestação. Tente usar os bastões de retoque temporário. Caso você tenha optado pela cor loira, os reflexos dourados que normalmente não tocam no couro cabeludo também são seguros”, diz.


2. Alisar o cabelo

Dra. Elisabete ressalta que a gestante deve evitar este tipo de tratamento. “Hoje, infelizmente, há uma infinidade de produtos para esta finalidade, que não tem seus componentes da formula verdadeiramente conhecidos. Além de tudo, a estrutura do cabelo muda bastante durante a gravidez e também no período do pós-parto, podendo trazer resultados indesejados ou desfavoráveis. É preferível optar pelas hidratações comuns e uso da escova e secador para pentear. É mais seguro.”

3. Limpeza de pele

A dermatologista Karla Assed conta que toda gestante pode fazer limpeza de pele sem nenhum problema. "É uma pele que normalmente já mancha com mais facilidade e por isso deve-se ter um maior cuidado. Deve-se evitar usar produtos esfoliantes, contendo ácidos, pois a pele absorve. Também é importante aplicar filtro solar logo após a limpeza, pois a pele fica mais fina e com isso é maior a chance de manchar. Não pode usar qualquer tipo de máscara calmante, descongestionate ou secativa - pois podem conter substâncias não ideais para o bebê, como ácido salicilico, antibióticos, despigmentantes, etc", finaliza a dermatologista.


4. Manchas na pele

Segundo a dermatologista Roberta Bibas, durante a gravidez as manchas na pele são provocadas pelo grande aumento dos hormônios femininos e mantidas pelo calor e pelo sol. “Por isso, é importante evitar o sol durante a gravidez. Além de aplicar muito filtro solar e usar somente cosméticos clareadores botânicos, com substâncias tipo skin whitening complex e alfa arbutin.

5. Cuidados com a pele

Dra. Roberta ressalta a importância do filtro solar. “A gestante tem que usar muito filtro solar no rosto, para evitar o melasma e cremes com antioxidantes com vitamina C e E. No corpo, deve usar hidratantes que tenham óleos essenciais como de semente de uva, macadamia, óleo de oliva ou argan”, diz ela, que aponta as áres que merecem mais atenção com os hidratantes: barriga, seios, flancos, coxas e glúteos.

6. Hidratação Corporal

A partir do momento que a mulher descobre que está grávida, é extremamente recomendável que passe a usar cremes hidratantes na barriga, pernas e braços. O DMAE (Dimetilaminoetanol), ácido retinoico e hidroquinona não podem ser usados durante a gravidez.


7. Estrias

“O principal para evitar as estrias é manter o peso adequado durante toda a gravidez, não engordar repentinamente ou excessivamente. Se possível, fazer algum tipo de exercício apropriado e manter a pele hidratada, com sabonetes e cremes indicados por seu obstetra ou dermatologista.  As estrias já presentes não alteram na gestação. Ali já houve ruptura das fibras e o local não será novamente afetado. Porém, elas podem funcionar como um alerta para a necessidade de maiores cuidados, pois indicam uma pele propensa a desenvolvê-las”, ensina a obstetra Elisabete Dobao.

8. Varizes

A obstetra Elisabete Dobao fala dos cuidados com varizes: “Novamente, evitar o ganho excessivo de peso, não permanecer longos períodos de pé ou sentada, procurar ter um período de repouso noturno de pelo menos 8h, fazer exercícios físicos como natação e hidroginástica. Evitar alguns exercícios de musculação que aumentem a pressão abdominal e membros inferiores, usar meias de compressão se forem indicadas por seu médico. O acompanhamento médico é indicado para as gestantes que já tem varizes.”

9. Massagem

Altamente recomendado durante a gravidez, a massagem é um ótimo estímulo durante a fase. Além de relaxar a gestante, proporciona uma série de benefícios que vão desde diminuir tensões musculares, dores e desconfortos até intensificar a resposta do organismo.


10. Celulite
“Manter uma rotina de exercícios físicos, dieta balanceada sem ganho excessivo de peso (o ideal é de 9 a 12 kg em uma gestação de feto único), evitar frituras, refrigerantes, alimentos gordurosos. Procurar ingerir fibras para manter o bom funcionamento do intestino e beber muito liquido, de maneira que a urina esteja sempre bem clarinha. Se for possível, fazer drenagem linfática com profissional especializado uma vez por semana e deixar a pele sempre hidratada. Hoje há inclusive bons produtos para uso tópico que podem ser usados por grávidas. Para quem já tem celulite, é indicado fazer a drenagem linfática duas vezes por semana”, ensina Dra. Elisabete.

11. Exercícios físicos

Mestre em Ciência da Motricidade Humana e professor do Espaço Stella Torreão, Fabrizio Di Masi indica exercícios aeróbios (caminhada e natação), alongamento, yoga (direcionada), musculação e hidroginástica. “O tipo de exercício, intensidade e volume pode variar muito, pois depende de: mês de gestação, histórico de atividade física da grávida, recomendações médicas, idade da gestante, tipo de gestação entre outros.”

12. Dieta

A nutróloga Luciana Carneiro conta que durante a gravidez existe a necessidade de um adicional protéico para a síntese de tecidos maternal e fetal. “Todas as vitaminas e minerais são importantes. Na gestação, devemos dar maior atenção ao ácido fólico, ácido ascórbico, cálcio, fósforo, ferro, zinco, cobre, sódio, magnésio, flúor, iodo e vitaminas B6, A, D, E e K. Para suprir as necessidades, é importante uma alimentação diversificada incluindo cereais, produtos integrais, oleaginosas, frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes nas quantidades recomendadas. Os minerais e as vitaminas possuem funções específicas que garantem a saúde da mãe e o perfeito desenvolvimento fetal”, explica.




[Monique Arruda]

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Flats: a moda do salto baixo para gestantes




Cada vez mais presentes na moda gestante, os sapatos flats são todos aqueles que possuem salto baixo, encontrados nas rasteirinhas, sapatilhas e mocassins. Sempre confortáveis, eles dão um toque mais leve e confortável para o verão e ainda não prejudicam as futuras mamães que precisam se sentir bem com modelos que facilitam especialmente a gestação. Na verdade os flats são foram desenvolvidos pensando no momento mais especial da vida, porém eles são os itens mais procurados pelas gravidinhas durante esta fase. Segundo recomendações médicas, a gestante só pode andar com sapatos de até cinco centímetros, uma vez que a barriga cresce e dificulta o equilibrio nos últimos meses.

Celebridades como a atriz Zooey Deschanel e Pippa Middleton apostaram no conforto dos flats para compôr um look jovial e despojado no dia a dia. Ao Lado selecionamos alguns modelos e que irão fazer você repensar os saltos altos durante a gestação. Aposte no conforto!



Quem disse que de sapato flat você não pode estar linda, elegante e até sexy? Vamos dar uma olhada em alguns looks com os flats e vejam com são bem legais! 





















Gostou ? Na Kasa da Gestante você encontra alguns looks!

:)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Atividades físicas após a gravidez


Quando o bebê nasce a rotina da nova mamãe vira de cabeça para baixo. Com essa nova etapa, alguns velhos hábitos não devem ser esquecidos, um deles é a pratica de exercícios. A Kasa da Gestante te ajuda com dicas para você não perder a rotina e ainda ficar mais bem disposta para correr atrás do filhote.  ;)

Celebridades e famosas são bombam as mídias com seus corpos lindos e sarados pouco tempo depois de darem a luz. Isso é ótimo para servir de inspiração a todas nós, sem neuras e exageros.
Após 15 dias já se pode voltar a fazer exercícios físicos, se o parto for normal, pois sua recuperação é rápida, mas sempre lembrando que é importante consultar o seu médico antes. Logo após estes 15 dias são recomendados, caminhadas, corridas, musculação leve, alongamento, ioga, pilates e abdominal. O importante é poder combinar atividades aeróbicas com atividades que alonguem e tonifiquem musculatura abdominal, pois quanto mais cedo você começar a trabalhar essa região maior a chance da sua barriguinha voltar para o lugar.



Já no caso da cesariana, onde a recuperação é mais lenta, cerca de um mês depois já recomendada à retomada de atividades físicas que de preferencia não forcem amusculatura abdominal, como por exemplo, alongamentos e caminhadas leves. Dependendo da recuperação, no caso da cesariana, em cerca de 40 a 60 dias é possível voltar a correr, fazer musculação, ioga, ginástica localizada e pilates.
O importante para as duas situações é sempre respeitar os limites do seu corpo e falar com o seu médico sobre a liberação de certos exercícios.




Não se deve fazer esportes aquáticos, como natação e hidroginástica, tanto após o parto normal quanto após a cesariana, antes de terem se passado no mínimo 45 dias, pois após estes 45 dias o colo do útero já estará bem fechado, assim evita-se o risco de infecções.
Após o tempo recomendado para repouso, em ambos os tipos de partos, é recomendado à combinação de alongamentos de tonificação abdominal com atividades aeróbicas, assim as chances de que a barriga volte ao lugar mais cedo são maiores.
Para tornar esse tempo dedicação à saúde mais divertida, tente incluir o seu bebê! Isso estreita ainda mais o vínculo afetivo entre vocês.

Uma seqüência muito legal para as novas mamães poderem fazer em casa, com a liberação do seu obstetra, claro:

• Abdominais: comece com 10 e vá aumentando progressivamente até chegar a entre 50 e 100 repetições.

• Pontes (elevação de quadril): faça de 10 a 30 repetições.
• Alongamento:
             - Sentada com as pernas esticadas à sua frente, tente tocar as pontas dos dedos da mão nos pés, bem devagar: 10 repetições.
             - Sentada com as pernas afastadas, tente encostar a mão esquerda no pé direito: 10 repetições
             - Sentada com as pernas afastadas, tente encostar agora a mão direita no pé esquerdo: 10 repetições.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Cuidados a ter com a mãe após o parto


O período que se segue ao nascimento do bebê é chamado depuerpério ou pós parto. É considerado puerpério até às 8 semanas após o nascimento e geralmente termina com o aparecimento da primeira menstruação. Nas mães que amamentam os seus filhos, o aparecimento da primeira menstruação, após o parto, ultrapassa geralmente as 8 semanas.

Na fase do puerpério dão-se, mais uma vez, grandes mudanças na mulher, quer a nível físico que a nível psicológico. Por isso, os cuidados a ter neste período, nomeadamente de higiene, de alimentação, de descanso e acompanhamento médico, são essenciais para a sua saudável e rápida recuperação.

Mais ou menos 6 horas após um parto normal, uma enfermeira ajuda a recente mãe a levantar-se. Se esta não sentir dor de cabeça nem tonturas, poderá andar um pouco ou ir à casa de banho. Não deverá abusar, pois é normal que após o parto, a mulher se sinta enfraquecida e tenha quebras de pressão, causando tonturas ou até desmaios. Se se tratar de uma cesárea (cesariana), a mãe deverá descansar um pouco mais, sendo recomendado levantar-se só 12 horas após o parto e com a ajuda de uma enfermeira. Pode ainda ser-lhe colocado um saco de gelo na zona da costura, durante as primeiras 24 horas após o parto, de modo a reduzir mais rapidamente o inchaço e facilitar a cicatrização.

Quando conseguir estar de pé em segurança, a mãe poderá tomar banho completo, incluindo lavar o seu cabelo. É importante fazer a sua higiene diária (banho), com especial cuidado em relação a zona genital, de modo a mantê-la sempre limpa. Nos primeiros dias após o parto, é normal ter perdas de sangue, que irão diminuir com o passar dos dias. Use pensos higiénicos bastante absorventes e mude-os, no mínimo, de 4 em 4 horas. Só convém usar tampões após a cicatrização da região genital (2 a 3 semanas após o parto).

Se tudo estiver a correr dentro da normalidade, a alta hospitalar é dada dois dias após o parto, tratando-se de um parto normal, ou três dias depois, se tiver sido uma cesárea. Antes de sair do hospital, a mãe deverá esclarecer todas as suas dúvidas com o pessoal médico. Deverá informar-se como proceder para registrar o seu bebê (em muitos hospitais já é possível fazê-lo) e quando deverá efetuar o teste do pezinho. Não esqueça de perguntar quanto à data da consulta de revisão de parto, de planeamento familiar (prevenir nova gravidez, dúvidas sobre a atividade sexual, etc.) e de pediatria.

Aproveite todos os momentos em que o bebê dorme para descansar, quer no hospital quer em casa, pois terá que ter energia suficiente para fazer todas as tarefas inerentes ao bebê (dar de mamar, mudar a fralda, dar banho, vesti-lo, etc.), além de ter de conciliar tudo isso com a sua vida no dia a dia. No início poderá parecer-lhe uma missão impossível, mas não desanime pois com o tempo, irá adaptar-se à rotina do seu bebê e conseguirá conciliá-la com as restantes tarefas sem problemas.

Devido a toda esta mudança é normal que a recente mãe se sinta insegura, cansada, com medo e emocionalmente mais sensível. É muito importante que nesta fase, a mãe receba todo o apoio e carinho do seu companheiro, e também de outros membros da família.


É preciso ter em atenção que se a sensação de tristeza, choro frequente e incapacidade de lidar com as coisas persistirem após as primeiras semanas depois do parto, impedindo a mãe de retornar ao seu dia a dia com normalidade, poderá ser indicativo de depressão pós parto. Nesse caso deverá consultar, sem demora, o médico que a acompanha.





[Bebê atual]

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Dez truques de pai para aplacar o choro


É fato que, em geral, os pais não são lá muito conhecidos pelo jeitinho delicado com os filhos, mas se você perguntar a um deles o que faz para acalmar o choro do seu bebê vai descobrir que, por amor e necessidade, ele provavelmente desenvolveu técnicas especiais para tranquilizar a criança. Confira algumas a seguir: 


Ponha-se no lugar do bebê

Colocar uma música de ninar não vai matar a fome de um bebê faminto, e trocar a fralda não acabará com a dor na gengiva quando os dentes estão para nascer. Isso quer dizer que a primeira providência é descobrir por que o bebê está chorando. Parece óbvio, mas, quando o choro começa e não pára, muitas vezes os nervos da família falam ainda mais alto. Ponha-se no lugar do bebê


Tente o dedinho

Se não tem certeza do que está causando o choro, lave bem suas mãos e depois ofereça o dedinho para o bebê chupar. Essa é uma técnica bem melhor do que a famosa "toma que o filho é seu" direto para o colo da mãe. Lembre-se só de dobrar o dedinho, para que sua unha não machuque a boca da criança. Se o bebê começar a chupar seu dedo desesperadamente, é sinal de que é fome. Se começar a morder seu dedo, podem ser as gengivas incomodando. 


Pegue uma bebida

Para o bebê, claro! Tente oferecer uma mamadeira morna de leite materno ordenhado ou de fórmula infantil. 


Balance

Os bebês adoram movimento, e um passeio para cá e para lá nos braços fortes do papai não poderia ser mais gostoso. Outra sugestão é o que faz um leitor do BabyCenter. Ele usa a cadeirinha do carro (do tipo bebê-conforto, que põe e tira facilmente) como uma espécie de cadeira de balanço para o bebê, bem apoiada em uma cadeira ou no chão mesmo (o jeito mais seguro). O benefício é que isso funciona também como exercício para os braços paternos. 


Dance

Não tenha medo do ridículo, segure o bebê no colo de um jeito que for confortável e mande ver nos passos que souber. Dance devagar, movimentando-se para frente e para trás, com direito a umas voltinhas de vez em quando. Experimente cantar também. Sério. Qualquer coisa que vier à cabeça, desde que seja repetitivo e acompanhe o ritmo dos seus pés. Vá aos poucos diminuindo o volume de sua voz à medida que o bebê começar a se aquietar. 



Seja um palhaço

Finalmente vai haver platéia para todas as suas bobagens. Vale careta, barulhos engraçados, se jogar no chão. Um leitor conta que coloca um objeto na cabeça e deixa cair no chão, falando bem alto "De novo não!". Repita até que a criança pareça ter cansado da brincadeira. Isso pode levar um tempinho... 


Cante

Rock, MPB, axé, sertanejo, rap. Tente música por música do seu repertório e veja o que mais agrada ao bebê. Não faça imposições, respeite o gosto do seu filho -- não fique decepcionado se a sua música preferida não for a dele também e continue cantando outras. 


Coloque o bebê junto a seu corpo

Ponha o bebê em um daqueles acessórios de vestir tipo "canguru" ou simplesmente o carregue bem pertinho do seu corpo. O calor, ritmo do coração e o sobe e desce do seu peito ao respirar podem ser bastante reconfortantes para a criança. 


Sente e espere

As mães muitas vezes acham que este método é duro demais e definitivamente masculino, mas, em certas ocasiões, bebês choram porque choram e só querem que os pais os ouçam. Se o bebê não parecer com fome, dor, cansado ou molhado e não quiser um colo ou um carinho, então deixe-o chorar pelo tempo que você aguentar. 


Passe o bebê para a mãe

Pode ser que às vezes você tenha que contar com a mais antiga das técnicas paternas: entregar para a mãe e dizer que pelo menos tentou... 

[Baby Center]